III Congresso Jurídico Online – Lex & Logos promove reflexões sobre Direito e Sabedoria Universal
No dia 19 de julho, foi realizado o III Congresso Jurídico Online – Lex & Logos, uma iniciativa do Círculo […]
No dia 19 de julho, foi realizado o III Congresso Jurídico Online – Lex & Logos, uma iniciativa do Círculo […]
No dia 17 de julho, a professora Catharine Cavalcante conduziu uma palestra inspiradora voltada à equipe pedagógica do Colégio Marie
Evento realizado pela Caras e Bons Fluidos. A filósofa Lúcia Helena Galvão compartilhou recentemente uma reflexão sobre o autoconhecimento, destacando
O que é autoconhecimento segundo Khalil Gibran? Neste artigo, descubra os ensinamentos do capítulo “O Autoconhecimento” de O Profeta, comentado por Lúcia Helena Galvão.
No capítulo “A Beleza”, de O Profeta, Khalil Gibran desconstrói os falsos conceitos de belo. Com profundidade filosófica, Lúcia Helena
No capítulo “As Leis”, Khalil Gibran desafia a visão comum de justiça. Em vez de regras rígidas, ele propõe uma ética que nasce da luz da consciência.
Nesta leitura comentada por Lúcia Helena Galvão, mergulhamos na pergunta essencial: as leis que seguimos hoje refletem a ordem do universo ou apenas o medo humano?
Entre castelos de areia e o oceano da alma, Gibran nos convida a reconstruir — não com rigidez, mas com sabedoria e compaixão.
O que é justiça verdadeira? Khalil Gibran propõe uma visão espiritual do crime e do castigo. Assista à leitura comentada por Lúcia Helena Galvão e reflita sobre o julgamento humano.
Neste capítulo de O Profeta, Khalil Gibran revela que o comércio não é apenas uma troca de bens, mas uma troca de almas.
Comentado por Lúcia Helena Galvão, o texto “O Comércio” nos convida a repensar a ética nas relações de compra e venda: há dignidade nas nossas trocas? O quanto de justiça, presença e consciência oferecemos ao outro quando vendemos algo?
O verdadeiro comerciante, segundo Gibran, é aquele que pesa com o coração e dá com a alma.
No capítulo “As Habitações”, Khalil Gibran nos convida a olhar para a casa não apenas como abrigo, mas como espelho da alma.
Nesta leitura comentada por Lúcia Helena Galvão, a casa é entendida como um espaço simbólico que pode nos elevar ou nos adormecer, dependendo do que guardamos dentro dela — fisicamente e espiritualmente.
Com base na sabedoria poética de Gibran, o artigo propõe uma reflexão: sua casa protege sua grandeza interior ou mascara sua fuga de si mesmo?
Alegria e tristeza são dois lados de uma mesma alma, diz Khalil Gibran. Descubra o que isso significa nesta leitura comentada por Lúcia Helena Galvão. Assista agora.