Como Superar a Carência Afetiva?
Descubra como a filosofia pode ajudar a superar a carência afetiva e desenvolver relações maduras, com reflexões profundas de Lúcia Helena Galvão.
Descubra como a filosofia pode ajudar a superar a carência afetiva e desenvolver relações maduras, com reflexões profundas de Lúcia Helena Galvão.
Vivemos fragmentados, tentando atender às exigências dos múltiplos papéis da vida. A aula “Seja Humano… Por Inteiro”, com a professora Lúcia Helena Galvão, é um convite à coerência interior e à construção de uma vida com unidade, baseada na filosofia como arte de viver
A vontade é a força filosófica que permite direcionar a vida com liberdade, superando desejos e impulsos.
Amizade é presença, não dependência. Neste artigo, conheça a visão de Khalil Gibran sobre a verdadeira amizade, com comentário filosófico de Lúcia Helena Galvão.
No dia 17 de julho, a professora Catharine Cavalcante conduziu uma palestra inspiradora voltada à equipe pedagógica do Colégio Marie
De julho a setembro, a virtude da cortesia será o foco das oficinas do Criança para o Bem e do
O que é autoconhecimento segundo Khalil Gibran? Neste artigo, descubra os ensinamentos do capítulo “O Autoconhecimento” de O Profeta, comentado por Lúcia Helena Galvão.
O que é justiça verdadeira? Khalil Gibran propõe uma visão espiritual do crime e do castigo. Assista à leitura comentada por Lúcia Helena Galvão e reflita sobre o julgamento humano.
Neste capítulo de O Profeta, Khalil Gibran revela que o comércio não é apenas uma troca de bens, mas uma troca de almas.
Comentado por Lúcia Helena Galvão, o texto “O Comércio” nos convida a repensar a ética nas relações de compra e venda: há dignidade nas nossas trocas? O quanto de justiça, presença e consciência oferecemos ao outro quando vendemos algo?
O verdadeiro comerciante, segundo Gibran, é aquele que pesa com o coração e dá com a alma.
No capítulo “As Habitações”, Khalil Gibran nos convida a olhar para a casa não apenas como abrigo, mas como espelho da alma.
Nesta leitura comentada por Lúcia Helena Galvão, a casa é entendida como um espaço simbólico que pode nos elevar ou nos adormecer, dependendo do que guardamos dentro dela — fisicamente e espiritualmente.
Com base na sabedoria poética de Gibran, o artigo propõe uma reflexão: sua casa protege sua grandeza interior ou mascara sua fuga de si mesmo?