A ciência e a arte de decidir bem: prudência, discernimento e vida interior
Decidir bem não é sorte: é um treino da consciência. A Filosofia chama essa competência de prudência — a virtude que conduz a escolhas acertadas — e a fundamenta no discernimento, na vida interior e em princípios que não mudam ao sabor das emoções. Neste artigo, inspirado na palestra de Lúcia Helena Galvão, reunimos ideias práticas de Platão, Marco Aurélio e Confúcio para orientar decisões no cotidiano e nos grandes passos da vida.






