Nem sim, nem não, mas exatamente o contrário
Texto de Delia Steinberg Guzmán, presidente de Nova acrópole, refletindo sobre contradições, desafios e a busca por sentido no mundo contemporâneo.
Texto de Delia Steinberg Guzmán, presidente de Nova acrópole, refletindo sobre contradições, desafios e a busca por sentido no mundo contemporâneo.
Decidir bem não é sorte: é um treino da consciência. A Filosofia chama essa competência de prudência — a virtude que conduz a escolhas acertadas — e a fundamenta no discernimento, na vida interior e em princípios que não mudam ao sabor das emoções. Neste artigo, inspirado na palestra de Lúcia Helena Galvão, reunimos ideias práticas de Platão, Marco Aurélio e Confúcio para orientar decisões no cotidiano e nos grandes passos da vida.
Como a filosofia ajuda a reduzir a ansiedade: diferença entre expectativa e esperança, medo como atenção, objetivo intrínseco, ritmo natural e treino da vontade.
Palavras‑chave: ansiedade, filosofia e ansiedade, esperança x expectativa, medo e pânico, vontade, presença, Ítaca Kavafis, Joshua Bell, Lúcia Helena Galvão, Nova Acrópole, autoconhecimento, disciplina, estresse.
Descubra como a filosofia pode ajudar a superar a carência afetiva e desenvolver relações maduras, com reflexões profundas de Lúcia Helena Galvão.
Vivemos fragmentados, tentando atender às exigências dos múltiplos papéis da vida. A aula “Seja Humano… Por Inteiro”, com a professora Lúcia Helena Galvão, é um convite à coerência interior e à construção de uma vida com unidade, baseada na filosofia como arte de viver
A vontade é a força filosófica que permite direcionar a vida com liberdade, superando desejos e impulsos.
O que suas roupas revelam sobre você? Descubra a simbologia das vestes segundo Khalil Gibran em “O Profeta”, com comentários de Lúcia Helena Galvão
Amizade é presença, não dependência. Neste artigo, conheça a visão de Khalil Gibran sobre a verdadeira amizade, com comentário filosófico de Lúcia Helena Galvão.
No capítulo “A Beleza”, de O Profeta, Khalil Gibran desconstrói os falsos conceitos de belo. Com profundidade filosófica, Lúcia Helena
No capítulo “As Leis”, Khalil Gibran desafia a visão comum de justiça. Em vez de regras rígidas, ele propõe uma ética que nasce da luz da consciência.
Nesta leitura comentada por Lúcia Helena Galvão, mergulhamos na pergunta essencial: as leis que seguimos hoje refletem a ordem do universo ou apenas o medo humano?
Entre castelos de areia e o oceano da alma, Gibran nos convida a reconstruir — não com rigidez, mas com sabedoria e compaixão.