A abertura do novo ciclo de atividades da Nova Acrópole, em janeiro, foi marcada por uma programação cultural que reafirma a arte como via essencial de formação humana. Em diferentes unidades do país, música, identidade cultural e sensibilidade estética tornaram-se pontes para o autoconhecimento, a convivência e a reflexão filosófica, integrando a volta às aulas a experiências que nutrem o espírito.
Belém (PA) | Recital “Caminhos” celebra identidade cultural e história da cidade
Em Belém, no dia 17 de janeiro, a unidade promoveu o Recital “Caminhos”, integrando as comemorações pelos 410 anos da cidade. A atividade homenageou compositores paraenses e celebrou a riqueza cultural da região como expressão viva da alma de um povo.

No recital, Edelmiro Soares interpretou composições de Raymundo de Araujo Pinheiro, Tynnoko Costa, Waldemar Henrique, Bruno de Menezes, Rita Reis, José Maria Villar, Eneida de Moraes, entre outros. A proposta conduziu o público por uma verdadeira viagem sonora pelos “caminhos de canoa pequena”, que percorrem rios, igarapés e regiões do Baixo Tocantins até o Salgado, reunindo influências indígeno-africanas, eruditas e populares que deságuam na Belém múltipla e transcultural.
O recital reforçou o valor da arte como guardiã da memória, da identidade e do sentido coletivo.
Fortaleza (CE) | Unidade Fátima promove “Alma Brasileira e Banquete Musical”
Também em Fortaleza, a unidade Fátima realizou o evento “Alma Brasileira e Banquete Musical”, uma atividade cultural dedicada à música como expressão profunda da sensibilidade humana e da identidade nacional. Interpretado pelos músicos Vânia Marques (piano) e Célio Lessa (flauta), o concerto reuniu membros, alunos e convidados em uma noite de apreciação estética e convivência.
O repertório propôs um percurso pela riqueza da música brasileira e por sua dimensão universal, incluindo obras de:

- Chiquinha Gonzaga – Gaúcho e Atraente
- Joaquim Calado – Flor Amorosa
- Heitor Villa-Lobos – Melodia Sentimental e Lenda do Caboclo
- Tom Jobim – Vou Te Contar
A programação evidenciou como a música traduz emoções, valores e histórias coletivas, criando um espaço de encontro interior e partilha humana.

Cultura como expressão da filosofia viva
Ao promover esses eventos culturais, a Nova Acrópole reafirma que a filosofia não se limita ao estudo conceitual, mas se expressa também pela arte, pela sensibilidade e pela vivência estética. Música, memória e identidade tornam-se, assim, caminhos de formação integral, fortalecendo valores humanos e ampliando a consciência individual e coletiva no início de um novo ciclo.
Trecho da Apresentação
