Lúcia Helena Galvão participa de tributo a Khalil Gibran em São Paulo e destaca “a voz da essência humana” em O Profeta.

São Paulo viveu, no dia 31 de outubro, uma noite dedicada à poesia, à arte e às reflexões sobre as obras de Khalil Gibran, no evento que marcou o lançamento das exposições comemorativas pelos 90 anos do Museu Gibran, do Líbano.

A filósofa e escritora Lúcia Helena Galvão foi a convidada especial da noite e conduziu o público por uma reflexão sensível e filosófica sobre a obra do autor libanês. Em sua fala, destacou a força atemporal do livro O Profeta, lembrando que “a voz do eu lírico na obra não é externa, mas sim a voz da essência humana que vive dentro de cada um de nós”.

A cerimônia, realizada na sede da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, foi promovida pela Associação Cultural Brasil-Líbano e reuniu autoridades e representantes da comunidade libanesa. Entre eles, o cônsul-geral do Líbano em São Paulo, Rudy El Azzi, que ressaltou a relevância do legado de Gibran para o diálogo entre culturas.

As exposições anunciadas celebrarão o aniversário do museu com 21 ampliações fotográficas da região dos Cedros, que abriga Bisharré, cidade natal de Gibran, além de uma seleção de suas principais pinturas. As mostras ocorrerão em dois importantes espaços culturais paulistanos:

• Casa das Rosas — de 26 de novembro de 2025 a 05 de janeiro de 2026;
• Museu da Imigração do Estado de São Paulo — de 05 a 31 de maio de 2026.

O tributo reforçou a grandeza da obra de Khalil Gibran e evidenciou a contribuição da professora Lúcia Helena Galvão, que, com sua leitura filosófica, aproximou ainda mais o público brasileiro da experiência singular que faz de O Profeta uma obra universal.

Rolar para cima